
Desenvolvimento: João Mano, Catarina Custódio, Sara Santos, Cátia Monteiro e Inês Deus do Departamento de Química, CICECO - Aveiro Institute of Materials, Universidade de Aveiro
O projeto foca-se no desenvolvimento de microambientes in vitro, que fornecem às células sinais bioquímicos e mecânicos que fazem parte de seu ambiente natural. Isto é conseguido através da manipulação de proteínas isoladas do plasma sanguíneo ou de tecidos perinatais para preparar uma nova geração de hidrogéis com propriedades mecânicas controladas capazes de encapsular praticamente qualquer tipo de célula. As matérias-primas, usadas neste projeto, derivadas de dadores humanos são facilmente acessíveis sem causar morbidade no local doador. Esta tecnologia inovadora de microtecidos 3D humanizados abre uma série de possibilidades para o estudo de doenças e medicina personalizada e, portanto, abordagens terapêuticas direcionadas com alto potencial clínico e de translação.
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Desenvolvimento: Mónica Sousa, Sara Sousa e Ana Rita Pinto Costa, do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto (i3S)
O "ProREGEN" apresenta-se como uma terapia para potenciar a regeneração do sistema nervoso, onde é necessária a reparação da medula, atuando em lesões do sistema nervoso e em doenças neurodegenerativas, através da proteína Profilin-1 (Pfn1) que regula o esqueleto celular. O júri destacou a sua originalidade, inovação, viabilidade de mercado e potencial criação de valor para a sociedade, razão pela qual lhe atribuiu o primeiro lugar entre os 23 projetos concorrentes.
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Desenvolvimento: Doutor Lino Ferreira e o Doutor Akhilesh Rai, do Centro de Neurociências e Biologia Celular (CNC) - Universidade de Coimbra
"BUG-KILLER" que se distinguiu das 27 candidaturas apresentadas, pretende desenvolver uma nova formulação biomédica que associa propriedades antimicrobianas e pro-regenerativas, com elevada eficácia antimicrobiana e propriedades angiogénicas e imunomoduladoras. Tem por objetivo dar resposta a um grande problema de saúde pública a nível mundial, relacionado com a falta de novos fármacos para combater infeções microbianas e um crescente número de fenómenos de resistência aos antibióticos.
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Desenvolvimento: Investigadora Paula Videira e investigadores da Faculdade de Ciências Médicas e da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, do Instituto Português de Oncologia do Porto e do Instituto de Higiene e Medicina Tropical
A equipa de Lisboa desenvolveu um anticorpo capaz de reconhecer o antígeno glicosídico, presente em mais de 80% dos carcinomas humanos, incluindo cancro da mama, cancro gástrico, cancro do pâncreas e cancro da bexiga e ausente em células normais. Este antigénio tumoral surge na fase inicial do tumor tornando-o um excelente candidato para atingir as fases iniciais de malignidade e assim para controlar a progressão da doença. O desenvolvimento de anticorpos que simultaneamente atacam as células cancerígenas e são reconhecidos e activam diferentes células do sistema imunitário, eliminando o tumor, traduzem uma nova estratégia de tratamento do cancro, que esteve na base da escolha desta candidatura.
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